Centro Comunitário Jardim Autódromo

Histórico

No ano 1979, Irmã Agostina (Anna Maria Del Balzo), uma missionária italiana com um grupo de jovens marcaram presença na favela ao lado do Autódromo de Interlagos oferecendo um serviço de apoio ás famílias que viviam em situação de extrema pobreza e onde se registrava um índice de mortalidade infantil muito elevado: três crianças por semana morriam por falta de higiene e fome.

A finalidade da presença do grupo, era sensibilizar os moradores em relação a própria situação social e incentivar uma organização para reivindicar os seus direitos.

Em 1980 a comunidade conseguiu se organizar reivindicando direitos básicos de cidadão, como: água, luz, esgoto, coleta de lixo, etc.; foram formados grupos de rua com encontros periódicos para discussão dos problemas dos moradores e do ambiente, e elaborar propostas no sentido de melhorar a qualidade de vida do bairro. Destes grupos surgiram lideranças que acompanhavam a Irmã na luta juntamente aos órgãos públicos: Prefeitura e Estado.

A creche e o Centro de Juventude foram as primeiras atividades do Centro Comunitário Jardim Autódromo, realizando convênios com a PMSP na Secretaria de SAS e com a Secretaria do Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo.

Atualmente o Centro Comunitário possui 08 CEIs conveniados atendendo 1.262 crianças de 0 a 4 anos, 04 CCAs para atender 600 crianças e jovens de 6 a 14 anos e 11 meses, 01 CEDESP para jovens e adultos de 15 a 59 anos, 02 Centro para Juventude atendendo 270 jovens de 15 a 17 anos e 11 meses, 01 SAICA para atender 20 crianças e adolescentes, 01 SASF para atender 1000 famílias, , 01 Telecentro com 17 micros sendo 15 disponibilizados à comunidade com acesso à internet/banda larga tendo cerca de 120 usuários/dia e 11 salas de Alfabetização de Adultos/MOVA contendo 20 alunos por sala.

A Ong espera, através dos trabalhos sócios educativos, garantir não apenas o conjunto de direitos estabelecidos no plano legal, mas acima de tudo, propiciar educação (entendida como oportunidade de inclusão social), contribuindo com a conquista de uma sociedade livre, justa e solidária, que permita a erradicação da situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social e suprimir a marginalização.

Missão

“Atender crianças, adolescentes e adultos com ações de educação, cultura e assistência na região Sul de São Paulo, propiciando melhor qualidade de vida e protagonismo social”.


Finalidade Estatutária

A organização tem por finalidade estatutária prover a mais ampla assistência à criança, ao adolescente, ao adulto e ao idoso, sem distinção de raça, cor, nacionalidade, condição social, credo político, filosófico e religioso, desenvolvendo valores cívicos, morais e humanitários. Promover o ser humano em sua totalidade, procurando desenvolver suas potencialidades, contribuindo para a formação do caráter e da personalidade, visando uma educação transformadora, para que a sociedade possa se tornar melhor.


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